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Caféier de L’Institut Biologique


Em breve teremos o Encontro Manacá no cafezal do Instituto Biológico, você conhece a história do café em São Paulo?

O café começou a ser produzido em maior escala no Brasil no início do século XIX, na região do vale do Paraíba, que engloba cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, e na chamada Zona da Mata, em Minas Gerais. Com o passar dos anos, o vale do Paraíba perdeu importância nesse mercado, e as principais fazendas de café passaram a se concentrar na região conhecida como Oeste Paulista, por estar ao oeste do vale do Paraíba.

A negócio cafeeiro foi o principal responsável pela expansão socioeconômica da região Centro-Sul do país, entre a década de 1830 até meados de 1931, estimulando a criação de empregos, aperfeiçoando transportes, e favorecendo a concessão de créditos para a região.

O Instituto Biológico foi criado em 1927 devido a uma demanda dos produtores de café do Estado de São Paulo, que clamavam por um órgão que oferecesse uma assistência técnica que colaborasse para a expansão do negócio, que estava sofrendo cada vez mais com pragas.

Desde então, o Instituto é uma referência nacional na promoção de conhecimento científico e tecnológico para o agronegócio.

Na década de 50 foram plantados cerca de 2.500 pés de café nos fundos do Instituto, com a finalidade de servir à pesquisa científica e de preservar a memória histórica da instituição. Hoje, o cafezal ocupa uma área aproximada de 10.000 m² e possui 1.600 pés de café, representando o maior cafezal urbano do Estado de São Paulo. Atualmente, seu propósito maior é didático, histórico e cultural.

Até hoje o Brasil é um dos principais produtores de café do mundo, mas o Estado de São Paulo não é mais o principal produtor, atualmente os mais importantes cafezais estão localizados no sul de Minas Gerais.


Encontro Manacá | Cafezal do Instituto Biológico de São Paulo, 03 novembro 2016

Informações sobre a visita inbox facebook.com/manaca.ac ou por e-mail : info@manaca-ac.com.br


Bientôt aura lieu la Rencontre Manacá au Caféier de L’Institut Biologique, connaissez-vous l’histoire du café à São Paulo?

La culture du café a connu un important développement au Brésil au début du XIXème siècle, dans la région du vale do Paraíba, qui comprend certaines villes de l 'état de São Paulo et de Rio de Janeiro, ainsi que dans la Zona da Mata, à Minas Gerais. Au fil du temps, la culture du café s´est déplacée vers l´Ouest du Vale do Paraíba, région connue sous le nom de Oeste Paulista.

Le commerce du café fut le principal responsable de la croissance socio-économique de la région Centre-Sud du pays, entre les années 1830 jusqu`en 1931, en stimulant la création d'emplois, améliorant les transports et favorisant l'octroi de prêts à la région.

L'Institut biologique a été créé en 1927 en raison de la forte demande des producteurs de café de São Paulo, qui faisaient appel à une agence qui puisse fournir une assistance technique afin de collaborer au développement du marché du café, souffrant de plus en plus avec les parasites.


Depuis, l'Institut est une référence nationale pour la promotion de la connaissance scientifique et technologique pour l'agroalimentaire.

Dans les années 50, environ 2.500 caféiers y ont été plantés, afin de développer des recherches scientifiques et préserver la mémoire historique de l'institution. Aujourd'hui, la plantation de café occupe une superficie de 10.000 m² et dispose de 1.600 caféiers, ce qui représente la plus grande plantation urbaine de São Paulo. Actuellement, son but principal est éducatif, historique et culturel. 


Aujourd'hui, le Brésil est toujours l'un des plus grands producteurs de café au monde, désormais, les plantations de café les plus importantes sont situées dans le sud de Minas Gerais, et non plus dans l'état de São Paulo.


Rencontre Manacá | Caféier de L’Institut Biologique de São Paulo, 03 novembre 2016

Plus d’information inbox facebook.com/manaca.ac ou par e-mail : info@manaca-ac.com.br